Custa respeitar?

Hoje é um dia daqueles, preciso expor uma reflexão…

Saber conviver com diferenças deveria ser automático na “etiqueta mental da Vida”. 

O mundo, leia-se: “pessoas”, anda tão egoísta, mas tão egoísta que ao se reservar em um cantinho virou sinônimo de incômodo coletivo. Particularidades são especiais, peculiaridades, então, mais extraordinárias ainda. O respeito esvaiu-se. dissipou-se, extinguiu-se, ninguém demonstra mais empatia a nada. É como se fosse uma obrigação a pessoa agradar às outras a todo custo. Mas espera um pouco, onde está a sensibilidade? Onde andará o se colocar no lugar do próximo? A política da boa convivência também inclui respeitar a reclusão do outro. Se eu pudesse nem sairia de casa quando estivesse mergulhada em meio à minha “detenção'”, por isso estou aqui reivindicando essa postura alheia. 

A individualidade, no sentido poético da palavra, deveria ser acalentada. O invadir é algo bruto, feio, grotesco. Estou desagradável, meus hormônios me deixam aflorada no sentido de me importar com esse descaso. É quase que ofensivo, quase nada, é ultrajante mesmo. Nossa individualidade precisa ser estimada. Nem sempre uma pessoa “calada” está passando por alguma dificuldadde ou algum problema “dificil”. A pessoa só quer ter o direito de ficar queitinha quando lhe convém, parece um crime ter essa vontade. 

Mundo, POR FAVOR, deixa eu curtir meu silêncio, olhar o céu pela janella através das persianas de uma vidraça “borrenta” e divagar pela valsa das folhas da árvore que me encara fixo com o seu verde exuberante. É pedir muito? Acho que não.

Desabafo de uma balzaquiana no ápice de uma tensão hormonal mensal que se irrita só em ouvir sua rprópria respiração. 

Au Revoir!!!kiss

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Vivi Cariolano